O Simbolismo da Vassoura

As avós sábias nos ensinaram que varrer é uma prática ancestral de empoderamento feminino.

Quando uma mulher varre, limpa e põe em ordem a energia do espaço e ao mesmo tempo,limpa e põe ordem seu coração.

Colocar o coração em ordem significa colocá-lo em sintonia e harmonia com a vibração do amor …

Se você estiver com raiva, varre sua raiva.

Se você sentir ciúmes, varre o seu ciúme.

Se você se sentir triste, varre sua tristeza.

Se você estiver ansiosa, varre a sua ansiedade.

Se você se sentir desvalorizado, varre a sua baixa auto-estima.

A vassoura torna-se um instrumento de poder, quando a mulher que a dirige faz isso conscientemente, para endireitar seu coração.

por Patriciatarologasp

DrÍades – No Mundo dos Elementais

Dentro de cada árvore mora um espírito protetor, que tem a forma de uma linda mulher. São as Dríades, também conhecidas por Driadas da floresta; e que, com todo carinho, cuidam de suas árvores e jamais saem de perto delas, algumas árvores contém Driades masculinos, mas quase em toda nomenclatura encontramos no seu modo feminino. Talves porque temos os Ents seres masculinos que vivem e são a propria arvore…mas este é um assunto para mais tarde.

Quando uma pessoa planta uma árvore, ganha para sempre a amizade da dríade que nasce junto com ela.

Para proteger suas árvores, as dríades costumam amedrontar os lenhadores transformando-se em monstros e outros animais assustadores. É por isso que, antigamente, as pessoas pensavam que algumas florestas estavam cheias de assombrações.

A Dríade é um ser da natureza que tem sua alma contida em uma árvore muito antiga. Pode-se dizer que Dríades também são Druidas e, alguns destes, dizem ter sangue de Dríade, ou melhor, seiva.

A Dríade ou dríada, na mitologia grega, era uma ninfa associada aos carvalhos. De acordo com uma antiga lenda, cada dríade nascia junto com uma determinada árvore, da qual ela exalava.
A dríade vivia na árvore ou próxima a ela. Quando a sua árvore era cortada ou morta, a divindade também morria. Os deuses frequentemente puniam quem destruía uma árvore. A palavra dríade era também usada num sentido geral para as ninfas que viviam na floresta.
As ninfas de outras árvores são chamadas de hamadríade

As dríades (de drys, “carvalho” em grego, da raiz proto-indo-européia *derew(o), “árvore” ou “madeira”) são as ninfas das árvores, principalmente dos carvalhos.
Inicialmente eram o mesmo que as hamadríades, mas uma tradição tardia estabeleceu uma distinção: as dríades podem andar livremente pela floresta, enquanto as hamadríades estão permanentemente ligadas às suas árvores.

A origem do culto das dríades parece ser a Arcádia. Ao contrário das outras ninfas, não costumam se ligar aos grandes deuses.

Na classificação da flora brasileira elaborada, em 1824, pelo botânico alemão Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), a região da floresta pluvial montana, ou seja, a floresta atlântica, foi denominada “Dríades”.

As Dríades se apresentavam com o corpo de árvore, cabelos de folhas verdes e seios volumosos. Seus olhos eram dourados e suas vozes eram muito harmoniosas, como o rufar das folhas das árvores. Adoravam a música e a dança. Devido serem jovens e bonitas, eram constantemente cortejadas por Apolo.

Determinadas árvores eram habitadas pelas Hammadríades que não podiam sair de dentro delas. Eram humanas só da cintura para cima, pois da cintura para baixo, seu corpo fundia-se com o da árvore, fazendo parte de suas raízes. Elas permaneciam acorrentadas às árvores e morriam quando elas morriam. Tais árvores cresciam sempre em lugares remotos, onde raramente um homem pudesse encontrá-las.
Para que possamos ver uma delas, devemos prestar a maior atenção na natureza e nos fixarmos em cada detalhe. Se escutarmos um leve murmúrio que parece uma melodiosa voz, provavelmente próxima de nós se encontra uma Dríade.

Os gregos e os romanos tomavam muito cuidado para não contrariar tais criaturas. Grutas, riachos e toda a área florestada eram tratados com respeito, pois nunca se sabia se a ninfa daquela área se ofenderia. As ninfas eram as companheiras de Fauno e Pã, os quais eram capazes de instigar o pânico e o horror sobrenaturais em qualquer agressor. Nossa palavra “pânico” vem da habilidade de Pã em incitar o pânico.
Dríades eram conhecidas em todas as regiões celtas. Os celtas acreditavam que fossem espíritos que habitavam as árvores, em especial os carvalhos. Os druidas as contatavam para obter inspiração. Bolotas de carvalho eram conhecidas como “Ovos de Serpente” e utilizadas em encantamento

Dríades são criaturas diferentes, uma raça calma e serena.
Os dríades vivem em florestas, eles se sacrificam para protegê-la de qualquer ameaça.

Os dríades também possuem sexo, mas raramente tem relações uns com os outros mas podem amar uns aos outros e seres de outras raças também mas quando tem relações eles não tem filhos como as outras raças. Existem várias espécies de dríades que nascem de diferentes maneiras. As principais são: Dríades da Floresta, Dríades Negros, Dríades das Grutas e Dríades das Águas.

Os dríades da floresta:

São os mais comuns, nascem junto com uma árvore, assim que a semente é enterrada o dríade se forma no interior desta semente dividindo espaço com a árvore, ambos ainda minúsculos. Quando a árvore cresce o dríade sai de seu interior pelas raízes. Apesar de muito conhecidos, é raro um dríade nascer, pois as árvores precisam estar muito grandes e velhas para o dríade sair de seu interior e na maioria das vezes estas árvores morrem antes que a formação do dríade em seu interior esteja completa.
A aparência dos dríades da floresta é estranha, a pele é de madeira, linhas e curvas por toda parte, orelhas longas e pontudas, no lugar do cabelo existe vários galhos finos com algumas folhas verdes, os olhos são finos e puxados, geralmente negros. As pernas são como as de um sátiro.

Os Dríades Negros:

Tem a aparência de um dríade da floresta, mas sua pele não é como o tronco de uma árvore seca e morta, possuem orelhas longas e pontudas, os dedos longos e com garras afiadas, enquanto ao resto e como um dríade da floresta. Na cabeça, no lugar do cabelo existem galhos secos e espinhosos e cipós presos por todo o corpo como correntes. Mas os dríades negros têm uma habilidade interessante, eles são metamorfos podendo então transformar-se no que bem quiserem. Os dríades negros nascem das cinzas de um árvore, formado pelas próprias cinzas da árvore e não costumam proteger a natureza como os dríades da floresta, os dríades negros são hostis e gostam de ficar sozinho

Os dríades das grutas:

São os mais perigosos, mas não porque querem, sua pele é altamente venenosa, sua pele é formada por duas camadas, a primeira camada de sua pele são vários blocos de pedra e a segunda são fungos e lodo que cobrem os blocos de pedra. Os dríades das grutas são pequenos, tendo no máximo 1 metro. Eles são extremamente raros, sua formação dura milênios, pois são formados lentamente pelos fungos e o lodo que existe nas rochas no interior de uma gruta escura. Podem viver por milênios, ao contrário dos outros dríades que não passam dos 300 anos.

Os Dríades das águas:

São na maioria das vezes belíssimas mulheres, raramente encontram-se um dríade aquático homem. Eles são como humanos, mas vivem debaixo da água como peixes, suas roupas são grandes mantos de seda, um simples olhar dos dríades da água pode causar ilusões e até mesmo a morte. A origem de um dríade das águas é desconhecida.

Dríades – Entre os Celtas

Dríades eram conhecidas em todas as regiões celtas. Os celtas acreditavam que fossem espíritos que habitavam as árvores, em especial os carvalhos.
Os druidas as contatavam para obter inspiração.

Bolotas de carvalho eram conhecidas como “Ovos de Serpente” e utilizadas em encantamentos.

A vida de algumas destas pequenas ninfas, como já falamos, estava sempre ligada à árvore onde haviam nascido, a qual cuidam durante toda a sua vida e morriam se ela morresse. A maioria dos humanos pensa equivocadamente que nada acontece ao se talhar um árvore, arrancar-lhe folhas queimá-la ou cortá-la.

Mas se cortarmos uma árvore em que habita uma Hammadríade, agora sabemos que estamos matando-a.

Contam os druidas que quando um carvalho era cortado, soltava gritos e gemidos de dor que podiam ser ouvidos a mais de um quilômetro de distância. Observações semelhantes já foram registradas em outras partes do mundo.

Dríades-Entre os Gregos

Os deuses da mitologia grega protegiam estes seres pequenos, para que nada se atrevesse matá-las, castigando fortemente todo aquele que destruísse as árvores. Deste modo, aprenderam os gregos a respeitar a natureza.

Os gregos e os romanos tomavam muito cuidado para não contrariar as ninfas. Grutas, riachos e toda a área florestada eram tratados com respeito, pois nunca se sabia se a ninfa daquela área se ofenderia.

As ninfas eram as companheira se Fauno e Pã, os quais eram capazes de instigar o pânico e o horror sobrenaturais em qualquer agressor. Mas aqui é uma outra história……

Nossa palavra “pânico” vem da habilidade de Pã em incitar o pânico. Na história religiosa o culto das árvores esteve um papel importante. Nada podia ser mais natural, pois, no alvorecer da história, a Europa estava coberta de imensas florestas primevas, onde as clareiras esparsas devem ter parecido pequenas ilhas em um oceano verde.

As Dríades seriam reminiscências da era matrilinear, cuja divindade primordial era aTerra-Mãe, enquanto a mulher seria a figura religiosa central. Nesse caso, as ninfas, divindades secundárias, poderiam ser consideradas uma extensão da própria energia telúrica, a saber, divindades menores que representam Gáia, a grande Mãe Terra em sua união coma água, elemento úmido e fecundante.

Tudo leva a crer que sim, pois, da união desses dois elementos, terra e água, surge a força geradora que preside à reprodução e à fecundidade da natureza tanto animal quanto vegetal. Desse modo, as ninfas são a própria Gaia em suas múltiplas facetas, enquanto matriz de todos os seres e coisas, enquanto grande Deusa, cujas energias nunca se esgotam.
Por tudo isso só podiam ser divindades femininas da eterna juventude.

Abraçar a uma árvore é o mesmo que abraçar uma dríade,mas peça licença para trocar energia, antes e sempre, e a energia e a paz que você poderá obter através desse ato tão simples vale a pena por maior que seja a insegurança que possa você sentir inicialmente. Quando a árvore entrar em decadência e morrer, a dríade passará ao Outro Mundo, enquanto que os restos da madeira voltarão ao bem-estar e a paz da terra.

por Patriciatarologasp

ALECRIM, A ERVA DA MENTE

Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste. É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando pensei: “Vou tomar um chá de alecrim!”

Fui ao jardim e lá encontrei um viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e me servi em uma linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti a sensação de enorme felicidade. Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e veja só que maravilha.

O alecrim – Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea – foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a ‘Água da Rainha da Hungria’, famosa solução rejuvenescedora. Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedí-la em casamento!

Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos órgãos etimula o metabolismo.

Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão divina que o tornou capaz de livrar-se do vício. Foi-lhe indicado que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris. O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual. É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa e, ainda, para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.

Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. ‘O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais’. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. “Obrigada, gentil alecrim! disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria.”

por Patriciatarologasp

Runa do dia 09.10.2018

A SITUAÇÃO PRESENTE

Uma oportunidade para recomeçar. Esta Runa está ligada à Lua, à parte intuitiva e variável da natureza humana, onde se encontra a necessidade de harmonizar e ajustar nossos relacionamentos pessoais. Ela se refere à necessidade de se relacionar e da busca de semelhança que revelam o desejo natural de ser amado, de ser aceito entre os seus. Mas esta Runa avisa que é necessário saber começar. Ela pode marcar um tempo de alegria pelo surgimento de uma nova vida, pela surpreendente descoberta de um novo e promissor caminho. Esta é uma Runa muito poderosa, tirá-la pode significar que você agora reúne forças suficientes para completar, cumprir ou resolver o que for preciso para alcançar uma oportunidade de recomeçar. Se a tirar quando estiver concluindo um plano ou projeto, faça dele uma prioridade absoluta, pois o aparecimento desta Runa significa que pode fertilizar o solo para o seu renascimento. Você poderá ter que rejeitar um hábito, um relacionamento, um padrão ou uma atividade que o ligue ao que você está abandonando. Mas deve reconhecer que o mundo é dinâmico e que não podemos viver cercados de limites. Quando decidir livrar-se do que é velho, sentir-se-á aliviado da tensão e da insegurança. Este pode ser um período delicado, já que ele precede um nascimento, e cada movimento implica no risco de perigos.

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por Patriciatarologasp

Carta do dia 09.10.2018

MOMENTO DE ENFRENTAR A FERA INTERIOR

Neste momento de sua vida, é o arcano chamado “A Força” que emerge como arcano conselheiro. A ideia que esta carta traduz é a da necessidade, neste momento, de ter controle sobre suas próprias raivas e paixões, controlando os instintos mais primitivos. Muitas vezes queremos vencer obstáculos externos, obter vitórias, mas tal coisa só é possível quando controlamos a nós mesmos com a devida firmeza, afinal de contas a verdadeira força é aquela que exercemos sobre nós mesmos. A despeito de todas as tentações que você terá para agir como uma criança mimada, será cobrada de você uma postura adulta.

Conselho: Procure lidar melhor com a própria raiva.
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Runa do dia

A SITUAÇÃO PRESENTE

Saiba receber a força. Simbolicamente, esta Runa representa o Sol no alfabeto rúnico e recebe todos os seus atributos. Quando aparece numa consulta, ela envia seus raios de luz e calor, possibilitando o prosseguimento natural da vida. Talvez a mais poderosa de todas as Runas. Ela é a plenitude, a realização do guerreiro espiritual e carrega o impulso vital que orienta os indivíduos na melhor direção, àquela do seu autoconhecimento. Ao receber a influencia desta Runa em sua vida, procure tomar consciência de sua própria essência, de seu ego e dar-lhe forma para torná-la criativa e produtiva, pois, com esta Runa, você terá todas as indicações necessárias ao seu dispor. Marca o momento de recarregar energias, de regenerar. A energia envolvida é sempre muito intensa e sua presença sempre requer certa cautela. Se estiver vivendo uma situação difícil, negativa e sofrendo muita pressão, talvez seja melhor se retirar para se refazer. Saber fazê-lo no momento certo é uma das qualidades que fazem um guerreiro invencível. Mas lembre-se de que, mesmo em momentos de grande euforia, deve lutar contra qualquer obstáculo que você mesmo pode criar. Você deve permitir que sua energia flua para que possa recebê-la em toda a sua grandeza.

por Patriciatarologasp

Carta do dia 08.10.2018

EM GERAL

Você sente que está carregando muita responsabilidade. Deixe de lado algumas coisas, se você puder.

AMOR E RELACIONAMENTO

Seu parceiro deve ser uma prioridade hoje.

DINHEIRO

Coloque seus cartões de crédito distantes. Se você não puder pagar, não compre.

TRABALHO E CARREIRA

A delegação é uma boa habilidade para aprender. Experimente hoje.

FAMÍLIA E AMIGOS

Um amigo está disposto a ajudá-lo hoje.

por Patriciatarologasp

Carta do dia 04.10.2018

POR QUE NÃO ABRIR O CORAÇÃO?

O Tarot, emite para você o conselho do Ás de Copas. Este arcano pede que, neste momento, você abra mais o seu centro do coração, deixando que a boa vontade e a afetuosidade brotem de sua alma sem expectativas ou condições. Permita que uma qualidade amorosa – que bate forte, pedindo pra sair – seja derramada para todos os cantos, inclusive para aquelas pessoas de quem você menos gosta. Muitas boas surpresas ocorrerão à medida que você compreender que, ao amar sem esperar resultados, os resultados são melhores do que os originalmente esperados. Abra-se ao novo! Não apenas a pessoas novas, mas também a novos olhares, novas perspectivas, de modo que o encantamento se derrame e você se perceba com a alma limpa, renovada, respirando e irradiando amor, tornando-se uma presença atrativa e desejada. É hora de amar! Não se importe se as pessoas não lhe correspondem. Você aprenderá, neste momento, que o amor faz bem principalmente a quem o emite. E termina sendo algo beneficamente contagioso: magnetiza e afeta, transformando o mundo em torno de si, tornando-o um lugar melhor.

Conselho: Momento de abrir o coração, de renovar.

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Runa do dia

A SITUAÇÃO PRESENTE

Faça sem fazer. É hora de tomar novos caminhos. Velhos modos devem ser descartados; relacionamentos envelhecidos devem ser afastados. Quando esta Runa aparece índica que um desligamento se torna necessário. Esta é a Runa da separação radical. A atitude certa é a retirada. Deve-se saber como e quando se retirar, e ter força da vontade para fazê-lo. A propriedade está associada a esta Runa, também dá benefícios. No entanto, a herança, aquilo que você recebe, pode vir de algo que se deve deixar. Isto pode ser especialmente difícil quando o que se deve abandonar faz parte dos afetos ou das coisas que já foram integradas à vida. Por isso, será preciso olhar com olhos críticos para coisas que até agora eram consideradas como dadas. A separação neste momento é necessária para se libertar. Esta é a condição para que se possa ser o que realmente se é.

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Carta do dia 01.10.2018

A IMPORTÂNCIA DO BEM ESCOLHER

O arcano VI do Tarot, chamado “Os Enamorados”, emerge como arcano conselheiro neste momento de sua existência. A recomendação para este momento é que você cesse os movimentos a fim de fazer escolhas mais racionais, uma vez que você se verá numa encruzilhada difícil de resolver. Não faça escolhas a partir de caminhos aparentemente mais fáceis, não se deixe guiar por impulsos emocionais levianos. Aceite a dúvida como algo que liberta, que permite que se pense melhor sobre tudo. Não se deixe guiar por impulsos emocionais e dê tempo ao tempo. Se você não consegue tomar uma atitude por não conseguir chegar a um resultado final, melhor nada fazer e esperar um tempo mais adequado.

Conselho: Melhor esperar do que escolher precipitadamente.

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por Patriciatarologasp