DrÍades – No Mundo dos Elementais

Dentro de cada árvore mora um espírito protetor, que tem a forma de uma linda mulher. São as Dríades, também conhecidas por Driadas da floresta; e que, com todo carinho, cuidam de suas árvores e jamais saem de perto delas, algumas árvores contém Driades masculinos, mas quase em toda nomenclatura encontramos no seu modo feminino. Talves porque temos os Ents seres masculinos que vivem e são a propria arvore…mas este é um assunto para mais tarde.

Quando uma pessoa planta uma árvore, ganha para sempre a amizade da dríade que nasce junto com ela.

Para proteger suas árvores, as dríades costumam amedrontar os lenhadores transformando-se em monstros e outros animais assustadores. É por isso que, antigamente, as pessoas pensavam que algumas florestas estavam cheias de assombrações.

A Dríade é um ser da natureza que tem sua alma contida em uma árvore muito antiga. Pode-se dizer que Dríades também são Druidas e, alguns destes, dizem ter sangue de Dríade, ou melhor, seiva.

A Dríade ou dríada, na mitologia grega, era uma ninfa associada aos carvalhos. De acordo com uma antiga lenda, cada dríade nascia junto com uma determinada árvore, da qual ela exalava.
A dríade vivia na árvore ou próxima a ela. Quando a sua árvore era cortada ou morta, a divindade também morria. Os deuses frequentemente puniam quem destruía uma árvore. A palavra dríade era também usada num sentido geral para as ninfas que viviam na floresta.
As ninfas de outras árvores são chamadas de hamadríade

As dríades (de drys, “carvalho” em grego, da raiz proto-indo-européia *derew(o), “árvore” ou “madeira”) são as ninfas das árvores, principalmente dos carvalhos.
Inicialmente eram o mesmo que as hamadríades, mas uma tradição tardia estabeleceu uma distinção: as dríades podem andar livremente pela floresta, enquanto as hamadríades estão permanentemente ligadas às suas árvores.

A origem do culto das dríades parece ser a Arcádia. Ao contrário das outras ninfas, não costumam se ligar aos grandes deuses.

Na classificação da flora brasileira elaborada, em 1824, pelo botânico alemão Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), a região da floresta pluvial montana, ou seja, a floresta atlântica, foi denominada “Dríades”.

As Dríades se apresentavam com o corpo de árvore, cabelos de folhas verdes e seios volumosos. Seus olhos eram dourados e suas vozes eram muito harmoniosas, como o rufar das folhas das árvores. Adoravam a música e a dança. Devido serem jovens e bonitas, eram constantemente cortejadas por Apolo.

Determinadas árvores eram habitadas pelas Hammadríades que não podiam sair de dentro delas. Eram humanas só da cintura para cima, pois da cintura para baixo, seu corpo fundia-se com o da árvore, fazendo parte de suas raízes. Elas permaneciam acorrentadas às árvores e morriam quando elas morriam. Tais árvores cresciam sempre em lugares remotos, onde raramente um homem pudesse encontrá-las.
Para que possamos ver uma delas, devemos prestar a maior atenção na natureza e nos fixarmos em cada detalhe. Se escutarmos um leve murmúrio que parece uma melodiosa voz, provavelmente próxima de nós se encontra uma Dríade.

Os gregos e os romanos tomavam muito cuidado para não contrariar tais criaturas. Grutas, riachos e toda a área florestada eram tratados com respeito, pois nunca se sabia se a ninfa daquela área se ofenderia. As ninfas eram as companheiras de Fauno e Pã, os quais eram capazes de instigar o pânico e o horror sobrenaturais em qualquer agressor. Nossa palavra “pânico” vem da habilidade de Pã em incitar o pânico.
Dríades eram conhecidas em todas as regiões celtas. Os celtas acreditavam que fossem espíritos que habitavam as árvores, em especial os carvalhos. Os druidas as contatavam para obter inspiração. Bolotas de carvalho eram conhecidas como “Ovos de Serpente” e utilizadas em encantamento

Dríades são criaturas diferentes, uma raça calma e serena.
Os dríades vivem em florestas, eles se sacrificam para protegê-la de qualquer ameaça.

Os dríades também possuem sexo, mas raramente tem relações uns com os outros mas podem amar uns aos outros e seres de outras raças também mas quando tem relações eles não tem filhos como as outras raças. Existem várias espécies de dríades que nascem de diferentes maneiras. As principais são: Dríades da Floresta, Dríades Negros, Dríades das Grutas e Dríades das Águas.

Os dríades da floresta:

São os mais comuns, nascem junto com uma árvore, assim que a semente é enterrada o dríade se forma no interior desta semente dividindo espaço com a árvore, ambos ainda minúsculos. Quando a árvore cresce o dríade sai de seu interior pelas raízes. Apesar de muito conhecidos, é raro um dríade nascer, pois as árvores precisam estar muito grandes e velhas para o dríade sair de seu interior e na maioria das vezes estas árvores morrem antes que a formação do dríade em seu interior esteja completa.
A aparência dos dríades da floresta é estranha, a pele é de madeira, linhas e curvas por toda parte, orelhas longas e pontudas, no lugar do cabelo existe vários galhos finos com algumas folhas verdes, os olhos são finos e puxados, geralmente negros. As pernas são como as de um sátiro.

Os Dríades Negros:

Tem a aparência de um dríade da floresta, mas sua pele não é como o tronco de uma árvore seca e morta, possuem orelhas longas e pontudas, os dedos longos e com garras afiadas, enquanto ao resto e como um dríade da floresta. Na cabeça, no lugar do cabelo existem galhos secos e espinhosos e cipós presos por todo o corpo como correntes. Mas os dríades negros têm uma habilidade interessante, eles são metamorfos podendo então transformar-se no que bem quiserem. Os dríades negros nascem das cinzas de um árvore, formado pelas próprias cinzas da árvore e não costumam proteger a natureza como os dríades da floresta, os dríades negros são hostis e gostam de ficar sozinho

Os dríades das grutas:

São os mais perigosos, mas não porque querem, sua pele é altamente venenosa, sua pele é formada por duas camadas, a primeira camada de sua pele são vários blocos de pedra e a segunda são fungos e lodo que cobrem os blocos de pedra. Os dríades das grutas são pequenos, tendo no máximo 1 metro. Eles são extremamente raros, sua formação dura milênios, pois são formados lentamente pelos fungos e o lodo que existe nas rochas no interior de uma gruta escura. Podem viver por milênios, ao contrário dos outros dríades que não passam dos 300 anos.

Os Dríades das águas:

São na maioria das vezes belíssimas mulheres, raramente encontram-se um dríade aquático homem. Eles são como humanos, mas vivem debaixo da água como peixes, suas roupas são grandes mantos de seda, um simples olhar dos dríades da água pode causar ilusões e até mesmo a morte. A origem de um dríade das águas é desconhecida.

Dríades – Entre os Celtas

Dríades eram conhecidas em todas as regiões celtas. Os celtas acreditavam que fossem espíritos que habitavam as árvores, em especial os carvalhos.
Os druidas as contatavam para obter inspiração.

Bolotas de carvalho eram conhecidas como “Ovos de Serpente” e utilizadas em encantamentos.

A vida de algumas destas pequenas ninfas, como já falamos, estava sempre ligada à árvore onde haviam nascido, a qual cuidam durante toda a sua vida e morriam se ela morresse. A maioria dos humanos pensa equivocadamente que nada acontece ao se talhar um árvore, arrancar-lhe folhas queimá-la ou cortá-la.

Mas se cortarmos uma árvore em que habita uma Hammadríade, agora sabemos que estamos matando-a.

Contam os druidas que quando um carvalho era cortado, soltava gritos e gemidos de dor que podiam ser ouvidos a mais de um quilômetro de distância. Observações semelhantes já foram registradas em outras partes do mundo.

Dríades-Entre os Gregos

Os deuses da mitologia grega protegiam estes seres pequenos, para que nada se atrevesse matá-las, castigando fortemente todo aquele que destruísse as árvores. Deste modo, aprenderam os gregos a respeitar a natureza.

Os gregos e os romanos tomavam muito cuidado para não contrariar as ninfas. Grutas, riachos e toda a área florestada eram tratados com respeito, pois nunca se sabia se a ninfa daquela área se ofenderia.

As ninfas eram as companheira se Fauno e Pã, os quais eram capazes de instigar o pânico e o horror sobrenaturais em qualquer agressor. Mas aqui é uma outra história……

Nossa palavra “pânico” vem da habilidade de Pã em incitar o pânico. Na história religiosa o culto das árvores esteve um papel importante. Nada podia ser mais natural, pois, no alvorecer da história, a Europa estava coberta de imensas florestas primevas, onde as clareiras esparsas devem ter parecido pequenas ilhas em um oceano verde.

As Dríades seriam reminiscências da era matrilinear, cuja divindade primordial era aTerra-Mãe, enquanto a mulher seria a figura religiosa central. Nesse caso, as ninfas, divindades secundárias, poderiam ser consideradas uma extensão da própria energia telúrica, a saber, divindades menores que representam Gáia, a grande Mãe Terra em sua união coma água, elemento úmido e fecundante.

Tudo leva a crer que sim, pois, da união desses dois elementos, terra e água, surge a força geradora que preside à reprodução e à fecundidade da natureza tanto animal quanto vegetal. Desse modo, as ninfas são a própria Gaia em suas múltiplas facetas, enquanto matriz de todos os seres e coisas, enquanto grande Deusa, cujas energias nunca se esgotam.
Por tudo isso só podiam ser divindades femininas da eterna juventude.

Abraçar a uma árvore é o mesmo que abraçar uma dríade,mas peça licença para trocar energia, antes e sempre, e a energia e a paz que você poderá obter através desse ato tão simples vale a pena por maior que seja a insegurança que possa você sentir inicialmente. Quando a árvore entrar em decadência e morrer, a dríade passará ao Outro Mundo, enquanto que os restos da madeira voltarão ao bem-estar e a paz da terra.

por Patriciatarologasp

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